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Autoecologia

Preservamos a nossa natureza mais próxima, que é a individual?

Reciclamos nossos conceitos, emoções e visões de mundo?

Economizamos nossa energia de vida?

Utilizamos luzes artificiais ou naturais para iluminar nossas vidas?

Somos ou poderemos ser verdadeiramente Auto Sustentáveis?

A Humanidade recebe um chamado para a Preservação do Planeta, a criação de um mundo ecológica e socialmente correto, uma sociedade sustentável. Alguns, com muito esforço conseguem mudar poucos hábitos de vida em relação ao consumo, meio ambiente, alimentação. Mas como efetivamente realizar algo que não vivemos em nosso interior?

Se desejamos contribuir para a preservação da Natureza devemos começar preservando a nossa própria natureza individual. Devemos ser interiormente a mudança que queremos ver no mundo.

Nesta vivência intensa, conduzida por Allan Lopes, empreenderemos uma abordagem ecológica à natureza individual de cada um. Aplicaremos conceitos básicos de sustentabilidade, ecologia e preservação ambiental ao meio ambiente interior. O resultado será um Ser Humano íntegro, pleno de suas capacidades, apto a conviver com os desafios modernos, preservando sua essência, fortalecendo sua qualidade de vida e criando uma felicidade pessoal duradoura ao cumprir seu papel e sua missão sobre a Terra.

Reciclagem Interior: aprendendo a separar e transmutar o lixo emocional e mental.

Conservação de energia: técnicas para identificar as perdas de energia vital e como buscar novas fontes energéticas.

Aquecimento Pessoal: Esfriando a cabeça; esquentando o coração.

Iluminação natural: acender a Luz interior.

Recursos renováveis e não renováveis: virtudes que devemos preservar.

Conservação e reuso de água: emoções puras e conservadas.

Diversidade de espécies: a natureza interior e suas múltiplas nuances. Vivendo com o outro.

Ecologia: inserindo-se harmonicamente no ambiente.

Cura: Vivencias de limpeza, purificação e bênçãos. Contato com a terra, plantas medicinais e os elementos básicos da vida, fogo, vento, água, terra.

Próximo Curso: São Paulo, 24, 25 e 26/07.

Ministrante: Allan Lopes

Local: Guarapiranga

Investimento: R$ 840,00 (em até 3x em juros no cartão, ou em até 10x com juros do seu cartão).

Mais informações: nathália cavanelas ; nathalia@geobiologia.com.br ; (31) 9120-8905.
www.geobiologia.com.br
www.autoecologia.com.br

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Poder Pessoal

Poder Pessoal está diretamente relacionado com o nível de liberdade adquirido pelo ser.

Portanto Liberte-se!

A pergunta que sempre existe é: como?

Como libertar-me? o que fazer?

Na maioria das vezes a resposta mais sensata é o que não fazer. Não seja ridículo, não se enquadre em coisas que você criou ou que outros criaram para você.

Porém entenda que Libertar é um verbo intransitivo. Não necessita complemento.

Se deseja libertar-se, faça-o agora, aqui. Sem demais explicações.

Antigamente eu me irritava comigo mesmo e com as pessoas que criavam desculpas para serem escravas. Depois tive pena, um pésssimo sentimento. Agora talvez eu tenha compaixão, busco ter compaixão, e quero ter compaixão. O Amor, e somente ele, pode libertar.

Estou falando de todos nós, eu você e seu vizinho, que não sabem o que fazer desta vida maravilhosa, deste tempo mágico que nos foi dado.

Criamos situações bizzaras, miseráveis, para nos engaiolarmos e podermos sofrer, pedir misericórdia.

Liberte-se!

A Liberdade é o único empreendimento digno de nossa existência.

E só há um local e um momento para se adquirí-la.

Aqui e agora.

Liberdade de corpo.

Liberdade de alma.

Liberdade de pensamento.

Liberdade de espírito.

Liberdade de ser.

Então livre-se daquilo que impede seu corpo de ser corpo, sua alma de ser alma, seus pensamentos de serem seus, seu espírito de voar livremente e unir-se a tudo aquilo que você sempre pensou que não era você e nada mais é que seu espelho, o Universo.

Você escolhe: ser uma vítima ou ser um guerreiro.

A quantidade de energia tanto para um quanto para outro é a mesma.

Coloco abaixo uma sequencia de exercícios para se atingir um nível de poder pessoal decente. Um exercício por semana. Totalizando 12 semanas, ou 3 meses de programa.

Claro que cada um deve se adaptar da maneira que quiser e puder. Mas atenção, se você decidir seguir, por sua própria conta e risco, as informações abaixo, seja coerente e siga o programa sugerido em sua sequência. Adapte cada exercício se quiser e achar necessário, mas não mude a sequência.

Instrução 1. Ame.

Comece pelo seu corpo. Por uma semana ame o seu corpo.

Não faça nada mais. Não pretenda atingir amor universal ou coisa parecida. Ame apenas o seu corpo. Mas não o mime. Dê boa comida, com amor, dê bom exercício, boa atividade. Trate-o como se fosse um novo bichinho de estimação. Embora leie as demais instruções abaixo, execute apenas uma de cada vez. Comece por esta.

Instrução 2. Ame.

Compreenda, dentro de si, e não intelectualmente, que Amor e Medo não podem conviver no mesmo local.

Medo é o nome que damos para ausência de amor.

Procure, por uma semana, os medos dentro de você, liste-os, e procure ver onde houve falta de amor para que houvesse a presença daquele medo. Ame.

Instrução 3. Palavras de Poder.

Qual o poder de suas palavras? Você as joga fora, como se fossem coisas sem valor, ou tem consciencia do poder que elas possuem?

Por uma semana observe, anote e medite sobre o poder das palavras e as palavras de poder.

Entenda que poder pode ser tanto construtivo quanto destrutivo.

Instrução 4. Perca sua importância.

Nem tudo é com você.

Não leve as coisas de modo pessoal. Mesmo que alguém esteja dizendo algo para você, compreenda que cada um tem seu universo, e que ninguém é o centro de outro universo que não o próprio.

Pratique, por uma semana, ver qualquer evento relacionado a você, desde o trabalho, até encontros casuais na rua, como se fossem com uma terceira pessoa, e não com você. Aja e responda a partir desta perspectiva.

Instrução 5. Não imagine!

Quando estiver dialogando com alguém, durante esta semana, pergunte tudo o que sentir, confirme suas sensações, não imagine isto ou aquilo.

Instrução 6. Conheça a sua Morte.

Nesta semana, reflita sobre o fato incontestável e imutável que você irá morrer um dia. A cada ação que empreender durante o dia pergunte-se:

- É assim que eu gostaria de executar o último ato da minha vida?

ou

- É aqui que eu gostaria de morrer? Fazendo isto e neste lugar?

Caso a resposta, em qualquer circunstância, seja não, reavalie o que você está fazendo da sua vida.

Instrução 7. Assuma a responsabilidade sobre sua vida.

Entenda que, se você encontra o amor da sua vida no metrô, às 07:15 da manhã, a responsabilidade é sua. Idem se você tem o retrovisor do seu carro destruído por outro motorista descuidado. Você escolheu estar naquele lugar e naquela hora, e portanto é responsável por TUDO o que lhe acontecer ali. Páre de reclamar.

Se não conseguir enxergar isso, refaça os exercícios da semana anterior.

Instrução 8. Vá a um lugar de poder.

Imagine um lugar que te trás força. Seja uma paisagem de infância, seja um parque municipal, uma praia, uma floresta, uma boate, ou um banheiro de rodoviária. Não importa.

Nesta semana sua tarefa é ir a este lugar. Aproveitá-lo como quiser. Se for perto de você vá várias vezes. Se for do outro lado do mundo páre tudo e vá até lá. Você vai gostar.

Instrução 9. Recapitule.

Honre o passado. Recapitule as ações tomadas até aqui, em 9 semanas de treinamento.

Aproveite para recapitular outros aspectos da sua vida, e principalmente honre seus antepassados. Visite seus pais, em vida ou seus túmulos. Compreenda que para você existir muitas coisas e pessoas necessitaram existir também. Somente honrando e vendo de forma clara o passado somos capazes de realmente deixá-lo passar.

Instrução 10. Seja Virtuoso.

Pratique, a cada dia da semana uma das seguintes virtudes:

Justiça.

Coragem.

Benevolência.

Educação.

Sinceridade.

Honra.

Lealdade.

Mas importante: Busque no dicionário o significado real destas virtudes, antes de você colocar em prática aquilo o que você, e só você, acha que elas venham a ser.

Instrução 11. Agradeça.

Tudo, todos. Agradeça com profunda reverência. Afinal, você está vivo, respirando, isso é mais do que o bastante.

Instrução 12.
Seja Feliz!

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o Mar

O Mar, grande. O céu Infinito. Eu, não mais que um grão de areia.

Mas mesmo assim sentia o sol e a pele.

A areia branca e a água verde. O vento calmo e a esperança num sorriso.

Eu estava no meio dos Deuses.

Inicialmente sentado, como eu pensava que assim podiam estar as divindades de todos os panteões, fiquei apenas respirando. Sentindo cada parte do meu ventre se inflar e contrair. As ondas do mar também assim o faziam. Não sei se me imitavam ou realmente eu tinha nascido no meio dos deuses e com eles aprendera coisas sagradas, como respirar e amar. Desde que nasci respiro a todo instante, e quando o faço de maneira estúpida me uno às maneiras estúpidas, e me torno estúpido e profano.
Mas nesta manhã eu e o Mar respirávamos juntos num ritual tão soberano e simples, da maneira que os soberanos sabem ser simples.

Pouco a pouco, quanto mais me silenciava no movimento do diafragma, senti o Rei Sol, pai de todos os Deuses, invadir meu corpo sem licença. Em um segundo já não respirava mais, era respirado. Já não tinha mais pensamentos, era pensado. Já não tinha corpo, mas me tomava a carne toda a luz e calor que ainda que infinitas me incluíam em sua vastidão.

Eu era luz.

Eternidade ou segundos se passaram. O Tempo, filho de Chronos e portanto neto do meu Sol e de mim haviam ido por um caminho outro que não aquele beira-mar. Eu, novo sol, renascido das cinzas e das areias de Ipanema no Rio de Janeiro, somente brilhava.

Lembrei que tinha olhos e os abri, suave e levemente, só para fecha-los em seguida. Vi centenas de sóis caminhando pela praia, vestidos em carne, braços, pernas e biquínis. Em suas cabeças coroas de luzes de toda a matéria Universal. Eram Deuses caminhando entre os Deuses.
Só haviam se esquecido disto.

É dado aos deuses o poder do esquecimento? Seria uma maldição do Deus dos Deuses? Ou uma tentativa quase inútil de se cegar sem suicídio para a infinita vida que nos ronda e abraça?
Talvez apenas brincadeira dos Deuses.

Levantei meu vestido de carne, porque agora sei que as divindades de todos os panteões permanecem de pé. Um pé na eternidade e outro em algum lugar qualquer que seja agradável.
Lembrei que respirava. Respirei e levei luz aos órgãos, vice reis que transformam luz e ar em vida. Dei ao Rim, senhor da Serenidade uma luz azul brilhante e ao fígado, General de campo, presenteei-o com suaves verdes molhados trazidos da Amazônia. Em seguida entreguei ao Coração luzes vermelhas e apaixonadas. O Coração é um próprio pedaço do Sol morando na Terra. Para o Baço reservei o amarelo divino e brilhante, e por fim entreguei ao rei da Coragem, Senhor Pulmão, o branco da minha pureza recente. Respirei pelos ossos, como se minhas mãos e pés fossem tubos por onde a Luz e o Ar podem se fazer medula, sangue e estrutura.

Guardei todas as minhas forças no caldeirão de meu umbigo e pedi um mate ao vendedor ambulante que me passava à frente. O Deus encarnado, não sei se consciente ou não, apenas sorriu e me disse que eram Dois Reais.

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Sob o céu das Gerais

Belo Horizonte me parece uma cidade poética.

Em seus nomes comerciais, e na fala do povo sob a Serra do Curral, o vale do Rio das Velhas era algo tão fluido e inocente quanto não o eram suas ruas e avenidas noturnas.
Ainda assim a noite que se fora, e com a ela a lua graceja, havia deixado um descanso sereno no colo de um sol agradável.

Em algum lugar uma praça, de um Papa. Que para mim não tinha nada de Pontífice aquela praça, mas de crianças, namoros, pipocas e árvores.

Andei a esmo, como se deve andar sob os céus das gerais. Observando as árvores procurava uma que me fosse mais simpática, e eu a ela. Procurava um romance arbóreo, logo ali, naquela manhã de domingo. Movido apenas pela simpatia, ou deveria chamar empatia? Encontrei um belo e forte Pau-Ferro. Com seu tronco bem formado, formigas aos montes a subirem sua casca lisa, senti de imediato um relaxamento que ao mesmo tempo tonificava meu corpo.

Permaneci em Silêncio pedindo respeitosamente que aquele ser me acolhesse sob sua copa. Consentido e acolhido me senti forte, era como se meu corpo tivesse, de súbito se transformado num daqueles galhos fortes, e eu fosse parte emergente do tronco férreo.
Quis subir na árvore.

Fui subido.

Algo que vinha da copa me arrancou do chão, e sem saber, sabendo, em segundos era eu nada mais que parte daquela vasta abertura sob as folhas, sobre os galhos, longe do chão, dentro da Terra.
Sem querer, querendo, encontrei um local onde podia descansar sem medo de queda. Medo inútil mas presente.

Ali, acolhido e forte, galho e folha, eu era árvore, silêncio e manhã.

Sem eu sentir, sentindo, o pau ferro me ensinou que sob seus galhos se pode trabalhar a vontade, e a força que move esta vontade. Senti, na altura do meu estomago, uma espécie de mundo inteiro que se condensava e me fazia crer forte, belo, existente. Era uma quase dor, quase explosão que queria ir, mas ficava. Era a vontade de viver e ser vivido. Amar e ser amado. Perceber e ser algo que uma vez percebido se move e atua na existência do mundo.

Me ensinou, meu amigo Pau-Ferro, que sob sua copa aquilo que as mulheres e homens conhecem por depressão não existia, e que ele e seus irmãos de espécie, gostam de curar as pessoas destas moléstias da vontade. Falou por horas e horas de árvore. Que são apenas alguns segundos dos homens, como estes estão doentes em suas vontades. Que a vontade, e sua força, no homem moderno possuem algo de deturpado, de excêntrico, onde o apego ao patógeno é uma forma de expressar o amor, e o medo de não se amar fazia com que as pessoas não quisessem ficar boas, curadas. Os homens tem medo de se curar e não mais amar, mas adoecidos também são impotentes no coração e na vontade, não é isto uma doença, me pergunta o pau ferro. Não respondi, pois o entendia, mas não sabia falar sua língua.

Na verdade nem sabia que os Pau Ferros gostavam tanto assim de falar.

Me contou também que os problemas de joelho na maioria das vezes eram falhas na vontade, e que também eles, os pau-ferro gostavam de curar joelhos. Quis perguntar-lhe como ele, sendo uma árvore entendia de joelhos. Mas me lembrei que ainda não sabia falar aquela língua. Pois era uma língua de poder, de força, de fé e de esperança na vida, da vida e para a vida.

Apenas ouvi, e sorri.

A essência do Caminho é o amor, e sua expressão mais objetiva é a paz. O Caminhante desta trilha deve entender que atingir essa essência de amor e expressá-la através da paz é uma ação ativa e não reativa.

Em outras palavras, o amor deve ser alcançado, existir e ser manifesto por todas as coisas. O Amor é o desejo de união e conexão com todas as coisas, e obviamente pode se manifestar também em formas de amor conhecidas como amizade, amor paterno e por outras pessoas que admiramos e o amor romântico entre dois seres humanos; porém não se limitando apenas a estas formas sendo a união com o Universo e seu Criador, e todas as pequenas coisas que o compõe, a forma mais abrangente de amor.

Desta forma amar incondicionalmente todas as coisas é o caminho e o fim da jornada. Mas como amar um inimigo?

Se a essência do amor é atingida como um ato de ação e não de reação o caminhante não terá inimigos. Mas se alguma parte do universo ao qual está conectado, seja uma pessoa ou uma árvore que cai, ameaçar sua integridade física ou moral ele deve se defender. Deve atuar, agir, para que o equilíbrio e o amor sejam re-estabelecidos. Portanto até mesmo um revide a uma agressão física tendo como conseqüência a finalização da agressão, e dependendo da ordem desta finalização até mesmo o desencarne do agressor, é feita sob o ponto de vista do amor e da resolução anterior do Caminhante em agir em prol do amor e da manutenção de sua expressão, a Paz.

Assim podemos entender porque algumas artes marciais, como o aikido, wing chun e o iaido podem concatenar seus discursos filosóficos de amor e não agressão, apenas defesa pessoal, com a intenção de se utilizar estas artes para atingir a Iluminação Espiritual.

Inicialmente por serem artes intrinsecamente de defesa podemos pensar que são artes de reação. Isto porque observamos apenas o momento do conflito, da quebra da harmonia. Mas se observarmos que estas artes foram feitas para não serem utilizadas, ou se o forem somente para frear um desequilíbrio da paz universal, então entendemos que são caminhos de ação. Uma ação pacífica e amorosa, e que eventualmente toma formas viris para defender e preservar a vida, o amor e a paz.

O Guerreiro, o Buscador, o Caminhante age, apenas o tolo reage.

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Calendário 2009

Queridos (as)!

Após longas (e merecidas) férias depois das atividades de 2008 venho convidá-los a conhecer meu novo projeto Geosounds - Melodias para a Terra, cujas informações estão em www.geosounds.com.br . Um estudo e um trabalho que utiliza os sons como forma de cura ambiental.

Aproveito também para postar abaixo o calendário de 2009, com novos cursos e eventos.

Todas estas informações e mais algumas estão no site www.geobiologia.com.br , e muitos comentários geobioloucos estão no blog http://geobiologia.com.br

A partir desta semana estarei enviando e-mails com mais detalhes das atividades do semestre.

Saudades, abraços e umexcelente 2009 a todos!

Allan Lopes Pires

(Obs: Caso você não deseje receber mais e-mails desta lista por favor, responda a esta mensagem com o título Remover, e desculpe-nos o inconveniente : - )

Março

12 - Apresentação Geosounds ao vivo (NOVO)- São Paulo

14 - Workshop Geosounds - Sons como ferramenta de cura ambiental (NOVO) - São Paulo

27, 28 e 29 - Casa Saudável - Geobiologia Intensivo - Belo Horizonte, MG

Abril

03, 04, e 05 - Geometria Sagrada e Natural (REVISADO, Desconto para ex alunos) - São Paulo

19 - Apresentação Geosounds ao vivo (NOVO)- Belo Horizonte, MG

21 - Workshop Geosounds - Sons como ferramenta de cura ambiental (NOVO) - Belo Horizonte

24, 25 e 26 - Casa Saudável - Geobiologia Intensivo - São Paulo

Maio:

07 - Apresentação Geosounds ao vivo (NOVO)- Rio de Janeiro

09 - Workshop Geosounds - Sons como ferramenta de cura ambiental (NOVO) - Rio de Janeiro

16 e 17 - Geobiologia Prática- Mod. I - Belo Horizonte, MG

23 e 24 - Geobiologia Prática - Mod. I - São Paulo

28, 29 e 30 - Geometria Sagrada e Natural (REVISADO, Desconto para ex alunos) - Rio de Janeiro

Junho:

04 - Apresentação Geosounds ao vivo (NOVO) -Porto Alegre

06 - Workshop Geosounds - Sons como ferramenta de cura ambiental (NOVO) -Porto Alegre

13 e 14 - Geobiologia Prática- Mod. II - Belo Horizonte, MG

20 e 21 - Geobiologia Prática - Mod. I - São Paulo

26, 27 e 28 - Geometria Sagrada e Natural (REVISADO, Desconto para ex alunos) - Belo Horizonte

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Meu Amigo e Mestre Samurai

Eram quase 9 horas da noite fresca e quase fria na cidade de São Paulo. Eu deixava o Teatro Anchieta, do SESC Consolação, com os olhos cheios de água e uma impressão mista de contentamento e impotência, diante das atitudes do meu amigo e mestre Samurai.

Nas últimas duas horas havia presenciado um espetáculo fantástico, sobrenatural. Um grupo de oito nobres samurais, 7 deles vindos do Japão e que inevitavelmente me remetiam ao clássico de Kurosawa, os Sete Samurais, e mais um chileno de nascença, brasileiro de residência e japonês de alma.

Apresentaram os diversos aspectos do que é conhecido como Shinto Ryu, arte marcial japonesa que, em torno da figura da espada japonesa, ou katana, engloba dança, poesia, canto, cortes com a espada e movimentos pré-concebidos conhecidos como Kata, com o objetivo de ligar a alma do praticante a Deus, e perpetuar os valores e práticas dos antigos samurais.

A apresentação se iniciou com uma dança samurai feita com leques, conhecida como Shibu, muito bela e dramática que, mesmo sem entender nenhuma palavra do que era dito, pude sentir toda a intensidade de sentimentos ali colocada. E assim eram os samurais, intensos, pois a vida estava literalmente por um fio. A compreensão visceral de que tudo poderia acabar naquele segundo fazia, como diz um velho ditado, com que um samurai executasse em um mês o que uma pessoa normal levaria toda uma vida.

Em seguida uma apresentação dos Kata acompanhada pela gargalhada de uma criança da platéia que se divertia a cada grito, ou kiai, do apresentador nos preencheu de alegria e espanto ao ver um senhor aparentemente em seus 60 anos pular e mover-se como um jovem de 17 e com a precisão de um cirurgião plástico.

Após a apresentação dos Kata o mesmo senhor deu início a uma série de cortes feitos com o katana em maços de palha enrolados e presos a um pedestal. Era incrível a leveza com que a espada passava pelas fibras vegetais separando o maço em dois, três ou quatro pedaços de acordo com a quantidade de cortes executados.

Era a primeira vez que estes samurais, à exceção do Chileno, visitavam o Brasil e esta história começou a pelo menos oitenta anos atrás.

Um imigrante japonês, em 1927 chegava ao Brasil, trazendo além da mala e do coração cheio de esperanças, o grau máximo na arte da espada dentro do estilo Shinto Ryu. Mestre Mitsugui Yoshimatsu havia estudado diretamente com o fundador do estilo, Hibino Raifu, e veio para o Brasil, sem o saber e dentre outras coisas, perpetuar este estilo de luta e este modo de vida.

Mitsugui Yoshimatsu começou, pouco a pouco a forjar espadas de metal e de madeira para treino, sozinho ou com companheiros de pátria, na cidade de São Paulo. E na década de 70 encontraria George Guimarães, o Samurai brasileiro que seria o elo entre o passado e o futuro da espada japonesa.

Como aconteceu com quase todas as artes marciais japonesas, após a segunda guerra mundial o estilo Shinto Ryu sofrera várias alterações para se adaptar a novas regras e legislações do Japão moderno. Porém este estilo se manteve intocado nas mãos de Mitsugui, que no Brasil se encontrava alheio aos detalhes destas mudanças. Assim passou o estilo a muitos discípulos, e George Guimarães foi um dos poucos que também resolveu ensinar a técnica e suas bases filosóficas a outros alunos. Dentre os inúmeros discípulos de George, na Década de 90, sobressaiu-se um chileno que vivia no Brasil, chamado César Ortis.

Quando César chegou ao Japão esperançoso por conhecer os descendentes do estilo e mostrar o que havia aprendido no Brasil com George quase teve um infarto ao saber que o que praticava não era o estilo Shinto ryu, até que alguém mais velho o viu praticando e identificou os movimentos com o estilo antigo, antes da segunda guerra mundial.

O frenesi foi grande de todas as partes e César tornou-se o representante oficial da arte no Brasil. Mas isso é assunto para outra história.

Após cinco anos de intercâmbio técnico, no centenário da Imigração japonesa, os dirigentes japoneses a convite de César vieram ao Brasil para dar seminários e fazerem apresentações públicas de seu estilo.

Na apresentação feita no Sesc Consolação prepararam uma homenagem especial a George Guimarães, por ter preservado o estilo antigo, e por ter ensinado César, que por sua vez uniu novamente o ocidente e o oriente em torno da espada Japonesa.

Prepararam um reconhecimento oficial e um presente, e destinaram o momento alto da apresentação para concretizar esta homenagem a este Samurai brasileiro.

Toda a história foi contada para a platéia e emocionados, tanto César quanto o neto do fundador da Arte, entregaram seus presentes, leram seus discursos, e em troca receberam espadas de madeira feitas pelas mãos do Mestre Yoshimatsu e que haviam sido por ele dadas a George Guimarães no início dos seus mais de 10 anos de convívio.

Porém George não estava lá. Um de seus alunos antigos o representou na cerimônia. Todos estavam tristes por sua ausência, um reconhecimento de pelo menos 40 anos de dedicação a uma arte, onde ele, após a morte de seu mestre e seus demais discípulos era a única fonte ainda pura daquela técnica.

George, nos dias anteriores, estava empolgado com a homenagem, preparou um discurso em Japonês, vestiu sua melhor roupa tradicional japonesa e quando ia saindo de casa sua esposa se sentiu mal, havia acabado de retornar do hospital, e seu quadro requeria cuidados.

Mesmo tendo seis filhos, que poderiam tomar conta dela neste momento, George não hesitou um segundo em ligar para seu aluno Michel e pedir que o mesmo o representasse.

Festas eram excelentes, reconhecimentos ainda melhores, ainda mais nos altos de seus 78 anos de idade. Porém seu amor à sua esposa era muito mais verdadeiro e duradouro do que um reconhecimento público, mesmo que importante. O reconhecimento não mudaria nada que ele fez, faz e fará pela arte. Não havia treinado 40 anos para ser reconhecido. Havia se esforçado por quatro décadas para enfim tornar-se um verdadeiro guerreiro, em todos os momentos da vida, e não apenas naqueles que fossem convenientes.

Em casa, com sua esposa e sua enfermeira, ele cuidou da saúde de sua companheira de jornada e assim, por mais uma das inúmeras vezes meu Amigo e Mestre Samurai me dava mais uma lição prática e verdadeira de Lealdade, Compaixão, Benevolência, Retidão, Sinceridade, Coragem e Honra, os princípios do Caminho do Guerreiro, ou Bushido.

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Natal

Que no natal renasçamos,
Revivamos,
Recriemos,
Assumamos,
Iluminemos,
Reconheçamos,
Dividamos,
Cultivemos e amemos
O cristo que somos.

Que sejamos não veículos,
Não modelos,
Não inspiradores,
Nem ensinadores ou mestres,

Mas sim a própia paz,
Amor,
Verdade,
Luz,
Liberdade e Justiça.

E que os céus nos dêem a sublime dádiva de lembrarmos
Recordarmos
E a instensa força para que apliquemos o natal em todos os segundos E dias de nossas maravilhosas e efêmeras vidas.

Este é o meu desejo de natal e meus agradecimentos a todos que compartilham comigo esta estranha e gratificante aventura pelos seios da Pachamama.

Linhas e meridianos compõem a estrutura dos campos magnéticos do Planeta Terra. Por elas fluxos de energia vital circulam por todo o globo em ondas precisas.
A ação do homem frequentemente desequilibra e polui a essência destas linhas, diminuindo a força da vida em todo o planeta.

Rede Peyré - Rede Peyré

Estas redes cobrem todo o planeta, numa malha continua e abrangente, e possui diversas funções no metabolismo deste grande ser que é Gaia. Funcionam como meridianos de energia, carregando e tranformando a energia do planeta, funcionam como reguladoras de tensão, levando de onde há mais carga para onde há menos, e também funcionam como transmissoras de informação, da mesma forma que um rio carrega o que encontra pela frente até sua foz, estas redes se deixam influenciar por aquilo que encontram em seu caminho, e levam esta informação adiante.

Neste quesito os seres humanos da atualidade atuam de forma ativa e continua. Todo o processo de uma grande cidade, principalmente o excesso de campos eletromagnéticos, contribui para uma poluição destas redes. As ondas que compõem as linhas ficam distorcidas e muitas propriedades naturais são perdidas, enquanto informações desequilibradas e ruidosas passam a seguir pelas redes, penetrando em cada lar, em cada escritório e em cada local de uma grande cidade, contaminando o próprio planeta, mas principalmente sobrecarregando o espaço habitado com informações desconexas, o que finalmente acaba por interferir em nossas rotinas alterando nossa qualidade de vida.

Geosounds, Melodias para a Terra, são freqüências e acordes sonoros que restauram estas redes a seus padrões naturais, restabelecendo o equilíbrio da vida nas proximidades de onde são tocados.

Este trabalho é um dos frutos de uma pesquisa que faço há anos, como geobiólogo, tentando encontrar soluções para alguns problemas no que diz respeito a harmonização de ambientes.

O primeiro deles são os materiais utilizados. Normalmente os geobiólogos utilizam varetas de metal, ou pedras preciosas e semi preciosas, e alguns utilizam fibras naturais. Eu particularmente sempre tento utilizar o máximo de fibras naturais possível, mas acabo tendo que fazer uso de metal e pedras muitas vezes.

O problema com o uso de pedras semipreciosas, como ametista, turmalina, citrino, é a grande devastação feita na natureza para a sua retirada, fora o trabalho escravo que normalmente está associado com a mineração destas pedras, aliado ao tráfico e o crime que normalmente também andam de mãos dadas com mineração de pedras preciosas e semi preciosas.

Os metais fazem parte de uma destruição maior, porém mais organizada, que é parte do trabalho das mineradoras oficiais.

Ao longo dos anos vim experimentando vários materiais e técnicas, obtendo bons resultados com o uso de formas (geometria) e também com o uso de preparados líquidos (como florais e outros que desenvolvi utilizando um mix de geometria e florais). Ainda pesquiso nestas áreas e os resultados, embora fantásticos, simplesmente apontam para um campo vastíssimo a ser explorado com cautela audaciosa.

O segundo problema que vem me estimulando a buscar soluções criativas é o custo e o acesso a geobiólogos competentes. Além de termos poucos geobiólogos competentes no mercado, o que restringe o acesso da maioria da população a estes serviços, eles são caros, justamente por a formação ser também escassa, forçando os estudiosos a grandes gastos com equipamentos, viagens, cursos e etc, que no final acabam sendo repassados para os clientes.

Um terceiro problema, e este de cunho mais ético, é justamente a precisão técnica requerida de um geobiólogo. Mesmo profissionais estudiosos às vezes pecam em adquirir uma delicadeza técnica que beira a arte. Portanto materiais e técnicas que tivessem igual efeito harmonizador porém com menor exigência em termos de precisão seriam muito bem aceitos por profissionais e clientes atuais.

Desta forma venho buscando soluções para o campo da harmonização bem como para o campo do ensino e difusão da geobiologia, tentando tornar estas informações acessíveis e a baixo custo. Pouco a pouco vamos cobrindo algum terreno, dentro daquilo que nos é permitido fazer pelo Plano Infinito.

Como este pedido de novas soluções é constante em minhas preces, meditações e no meu dia a dia e também conversando com outros profissionais, um dia numa meditação obtive um `insight ´ que o som poderia ter alguma influencia sobre as redes geobiológicas.

E neste ponto gostaria de abrir um imenso parênteses, e em blogs os parênteses podem ser enormes, pois aqui esta história se entronca com um certo músico.

Eu estava no tatami (arena de treino de artes marciais) do dojo (local, academia de treino) que freqüento quando entra um jovem esguio de aparência quase melancólica. Por algum motivo aquele ser humano me chamou a atenção e comecei a ficar atento a algum sinal que por ventura houvesse em relação a ele.

Uma hora mais tarde, após o treino, eu o cumprimentei no vestiário e ele me ofereceu um CD que havia feito de modo independente com seu grupo. Não hesitei em adquirí-lo. Era o início do sinal. Percebi também que ele possuía uma tatuagem na forma de um trisquel, símbolo dos celtas e zahorís e que eu particularmente utilizo como símbolo pessoal e profissional.

No dia seguinte nos encontramos e eu teci alguns elogios sobre as músicas de seu Grupo.

Na mesma semana meu Mestre de Artes Marciais me exigiu que eu tivesse um aluno particular para ensinar. De acordo com o seu sistema de ensino para que eu pudesse passar ao grau mais alto eu teria que ensinar alguém durante um ano, e depois passar outro ano treinando solitária e continuamente para por fim ser digno de representar a Arte.

No exato momento me veio a imagem de Marcos Flo, o músico do trisquel. Imaginei que os sinais que eu estava recebendo sobre ele estavam ligados a este pedido de meu Mestre. Convidei-o para estudar comigo, alertando que ele seria um cobaia e que provavelmente eu aprenderia mais com ele do que ele comigo. Sua adesão foi imediata e constante.

Nos meses que se seguiram nos encontrávamos no mínimo 2 vezes por semana e treinávamos à exaustão. Marcos era disciplinado e treinava sozinho. A cada encontro eu podia ver como havia evoluído. E suas perguntas e dificuldades me ensinavam coisas que jamais aprenderia sozinho. E isto reforçava ainda mais a minha confiança na sabedoria e controle absolutos que meu Mestre possuía em relação à arte e sua continuidade, bem como seu conhecimento perfeito sobre minhas fraquezas e a forma correta de lidar com elas e com minha personalidade por vezes intransigente, morosa e arrogante.

Eu pensava que tudo estava correndo bem, quando numa certa noite, através de uma meditação tive um insight incrível sobre novas soluções de harmonização geobiológica utilizando sons como elemento equilibrador.

Mas eu precisava de um músico que me auxiliasse a navegar por este caminho tão belo, interrompido na infância, e portanto desconhecido para mim. Quem me veio à mente?

É aqui que o parêntesis, enorme, se fecha e voltamos aos Geosounds.

Começamos a freqüentar uma praça próxima às nossas residências. Marcos vinha munido de seu Baixo Acústico de uns 2,30 ou mais de comprimento, adicionado de muita alegria e disposição de participar deste projeto, a princípio tão descabido. Eu com meu pêndulos, varetas dual rod, sensibilidad corporal, e todos os gráficos e demais apetrechos radiestésicos que me permitiam investigar as alterações encontradas.

Semanas e semanas de muita paciência de ambas as partes fomos chegando a algumas conclusões sobre o efeito dos sons sobre as redes geobiológicas.

Primeiramente descobrimos que certas freqüências retornavam as redes para seus padrões naturais. Estas freqüências diferiam de rede para rede, e também havia freqüências específicas para os cruzamentos. Estudamos vários tipos de rede principalmente as 3 mais conhecidas, Hartmann, Curry e Peyré.

Descobrimos que outras freqüências diminuíam a força das redes e portanto poderiam ser usadas para locais de conflito, onde redes e seres humanos cohabitavam, e às vezes se chocavam.

Descobrimos outras freqüências que sublimavam a energia das redes e nos davam um certo `barato`. Mexiam na energia mais espiritual, ou sheng, como a chamam os chineses.

Vimos que a altura, ou seja, o volume, do som, não importa em termos de harmonização. A única diferença é o alcance. Portanto para harmonizar uma casa de até 100 m2 tocar as músicas em volume bem baixinho é o suficiente. E tocá-lo bem alto não aumenta o nível de eficácia do processo. Mas quanto mais alto mais longe se atinge, na mesma intensidade.

Dois a três dias eram o mínimo de tempo nos quais o efeito de harmonização perdurava após tocadas as freqüências e em seguida desligadas e não mais executadas. Se forem tocadas muitas vezs durante o mesmo dia este efeito pode durar mais. Porém é uma medida segura dizer que se tocarmos estas freqüências a cada 2 dias estamos mantendo limpas as redes geobiológicas em nossa residência.

Descobrimos também que demais ruídos não interferem na rede. Ou seja, ou há uma freqüência específica presente, e portanto atuante na rede, ou o somatório dos outros barulhos, ruídos, músicas, etc, não cria interferência nem positiva nem negativa na rede. É uma reação de tudo ou nada.

Esta descoberta nos levou a imaginar que poderíamos adicionar à freqüência base, atuante, melodias e acordes, compondo músicas agradáveis ao ouvido humano, mas que ao mesmo tempo tivesse a eficácia da freqüência base.

Assim nasceu os Geosounds, Melodias para a Terra.

Neste primeiro trabalho estamos lidando com a primeira série de freqüências base citadas acima, ou seja, aquelas que restauram as redes um padrão natural. Pois entendemos que a Mãe Terra em equilíbrio trará esta harmonia naturalmente a seus filhos, humanos e não humanos.

Em trabalhos posteriores pretendemos explorar o uso das freqüências que diminuem a força das redes, para casos específicos de harmonização geobiológica, e talvez trabalhemos algumas freqüências que sublimam as redes num trabalho ainda mais posterior.

Musicalmente Marcos Flo conduziu um belo e árduo processo de criação e contou com a colaboração dos músicos Ricardo Mira, tocando Violão de Aço, Guitarra e Violão;
Marcos Padis na percurssão com Derbak, Conga e Percurssão e Jorge Shy na Guitarra

A idéia por trás era que as músicas, além de não interferirem negativamente nas freqüências base, fossem universais, sem uma caracterização de língua, estilo, época ou autoria.

O resultado final gerou um CD o que esperamos ser o primeiro de muitos outros CD´s dentro do mesmo projeto, composto de 6 melodias que reequilibram as linhas e cruzamentos das redes Hartmann, Peyré e Curry. Uma das melodias possui duas versões portanto temos 7 múscias no CD gerado.

São elas:
Musica 1 – (Curry) Linhas da Terra
Musica 2 – (Cruzamento Curry) Encontros da Terra
Música 3 – (Hartmann) Caminho da Lua
Musica 4 – (Cruzamento de Hartmann) Encontros Lunares
Musica 5 – (Peyré) Caminho Solar
Musica 6 – (Cruzamento Peyré) Encontros Solares
Musica 7 – (Hartmann) Caminho da Lua 2

Uma das músicas, a faixa 5, Caminho Solar, eu coloquei, junto com algumas imagens, num pequeno vídeo no Youtube (veja abaixo) espero que gostem. Ainda não temos uma idéia de como iremos disponibilizar o restante do CD, mas assim que isto estiver claro postarei aqui e enviarei e-mails a todos.

Não tenho palavras para agradecer e expressar a minha admiração ao trabalho e tempo destinados a este projeto por Marcos Flo, meu aluno e mestre. Também sou imensamente agradecido ao Mira, enviado do Céu para fecundar a Terra, e também ao Padis e ao Jorge Shy e ao Tomas Faria, novo amigo, que fez a arte do projeto.

Que a Pachamama aceite este humilde e sincero presente dos seus filhos, uma pequena tentativa agradecer a vida que ela nos dá e de minimizar nosso impacto sobre sua pele.

admin

Se

Se, ao final desta existência,
Alguma ansiedade me restar
E conseguir me perturbar;
Se eu me debater aflito
No conflito, na discórdia…

Se ainda ocultar verdades
Para ocultar-me,
Para ofuscar-me com fantasias por mim criadas…

Se restar abatimento e revolta
Pelo que não consegui
Possuir, fazer, dizer e mesmo ser…

Se eu retiver um pouco mais
Do pouco que é necessário
E persistir indiferente ao grande pranto do mundo…
Se algum ressentimento,

Algum ferimento
Impedir-me do imenso alívio
Que é o irrestritamente perdoar,

E, mais ainda,
Se ainda não souber sinceramente orar
Por quem me agrediu e injustiçou…

Se continuar a mediocremente
Denunciar o cisco no olho do outro
Sem conseguir vencer a treva e a trave
Em meu próprio…

Se seguir protestando
Reclamando, contestando,
Exigindo que o mundo mude
Sem qualquer esforço para mudar eu…

Se, indigente da incondicional alegria interior,
Em queixas, ais e lamúrias,
Persistir e buscar consolo, conforto, simpatia
Para a minha ainda imperiosa angústia…

Se, ainda incapaz
para a beatitude das almas santas,
precisar dos prazeres medíocres que o mundo vende…

Se insistir ainda que o mundo silencie
Para que possa embeber-me de silêncio,
Sem saber realizá-lo em mim…

Se minha fortaleza e segurança
São ainda construídas com os materiais
Grosseiros e frágeis
Que o mundo empresta,
E eu neles ainda acredito…

Se, imprudente e cegamente,
Continuar desejando
Adquirir,
Multiplicar,
E reter
Valores, coisas, pessoas, posições, ideologias,
Na ânsia de ser feliz…

Se, ainda presa do grande embuste,
Insistir e persistir iludido
Com a importância que me dou…

Se, ao fim de meus dias,
Continuar
Sem escutar, sem entender, sem atender,
Sem realizar o Cristo, que,
Dentro de mim,
Eu Sou,
Terei me perdido na multidão abortada
Dos perdulários dos divinos talentos, Os talentos que a Vida
A todos confia,
E serei um fraco a mais,
Um traidor da própria vida,
Da Vida que investe em mim,
Que de mim espera
E que se vê frustrada
Diante de meu fim.

Se tudo isto acontecer
Terei parasitado a Vida
E inutilmente ocupado
O tempo
E o espaço
De Deus.
Terei meramente sido vencido
Pelo fim,
Sem ter atingido a Meta.

Poema: SE
Autor: Hermógenes

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