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Geomancer

O Músico Celta, Dançarino e artista Ray Price criou a música Geomancer, dedicada a Allan Lopes. Ray Price se inspirou em suas experiências caminhando em um labirinto construído por Allan Lopes emJunho de 2009.

No link abaixo você pode acessar o vídeo da música e também ter acesso ao site de Ray price para comprar a música em formato MP3.

Obrigado Ray!

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Autoecologia

Olás, se é que ainda tem alguém que lê este querido blog, pois claro, por abandono do autor as pessoas esquecem, normal em nossa época, nos esquecermos daquilo que não está constantemente sendo bombardeado em nossas cabeças. Mas isso é assunto para outro momento. Aì vaium texto sobre autoecologia, minha mais nova “criação” se é que podemos dizer isso….. Um beijo a todos! Allan

O objetivo da autoecologia é orientar o Ser Humano a PERCORRER o Caminho:
Preservar a Natureza individual.

Energia pessoal:
Economizar, ganhar e deixar de perder.
Respirar.
Cuidar de si para cuidar do mundo e do outro.
Objetivo, ordem no caos, sentido de vida
Reciclar: emoções, conceitos, idéias, atitudes, virtudes e talentos.
Reduzir o consumo o impacto pessoal.
Ecologia: diversidade interior e Interação com o mundo.
Responsabilidade pessoal.

Uma das práticas conceituais e ao mesmo tempo prática é o trabalho com os 5 A´s.

O conceito dos 5 A´s.
Perdemos muita energia quando nos desconectamos de algo. E a perda de energia é o principal caminho para o isolamento de nossa essência.

A conexão é aquilo que chamamos de Amor. O que define o amor é a vontade e a capacidade de duas coisas se conectarem, seja num nível físico, emocional, mental ou espiritual. Ou mesmo em todos estes níveis. Amamos pessoas, coisas, trabalhos, funções na vida, momentos, enfim, estamos sempre nos conectando com aquilo que gostamos.

Muitas vezes o que gostamos nem sempre é saudável para nosso ser. Por exemplo muitas pessoas amam fumar, mesmo sabendo que isto as fere física e psicologicamente. Muitas vezes nos apegamos a pessoas que não nos fazem bem, que nos diminuem, mas mesmo assim as amamos.

O Amor é a cola universal. Aquilo que liga tudo. Quando somos capazes de amar tudo e a todos, sem condições prévias, sem selecionar apenas aquilo que gostamos e separar aquilo que não nos agrada expandimos nossa existência, nos ligamos amais e mais partes no universo, até que algum dia talvez sejamos capazes de nos unir ao cosmos, e fazermos com que o Uno e o Verso possam verdadeiramente ser chamados de Universo.

Quando nos desconectamos de algo estamos negando uma parte do universo,Ou seja, quando nós enquanto órgãos ou células do universo nos desconectamos do grande corpo universal per oemos vitalidade, perdemos energia. Quando algo que não nos agrada acontece imediatamente queremos fugir daquilo, ignorar, fingir que não existe. Isto gasta grande quantidade de energia e não resolve o problema, mantemos aquilo vivo pela força da negação. E estaremos continuamente desperdiçando energia naquele sentido, mesmo que não o notemos. Se por outro lado aceitarmos que aquela situação ou coisa, ou pessoa existe, abraçarmos aquela situação como ela é, para apartir daí assumirmos uma postura de resolução da questão estaremos inevitavelmente efetuando o processo de amar em um nível maior e conseqüente nos unirmos mais ao universo, o que nos trará mais energia.

Portanto os 5 A´s são: Aceitar, Abraçar, Assumir, Agradecer e Amar. Onde os últimos são apenas um resultado natural dos 3 primeiros.

Diante de qualquer situação, mesmo que desagradável em primeiro lugar não lute contra a sua existência, aceite a situação ou coisa ou pessoa exatamente como ela é, sem querer modificar nada.

Absolutamente nada.

Em segundo lugar abrace a situação ou sentimento, ou pessoa de um ponto de vista inicialmente psicológico, e depois se possível fisicamente. Abraçar a situação significa se tornar um com ela. Todos nós em algum momento de nossas vidas passamos pela dura experiência de sentirmos dor por um período prolongado de tempo. Seja um osso quebrado que leva horas paraser imobilizado e depois dias para parar de doer, seja um machucado forte que aconteceu, ou seja uma dor da alma, a perda de um ente querido, ou a separação de um cônjuge, ou a saída de um filho de dentro de casa.
A princípio a dor é agudíssima, intensa. E esta será tanto maior quanto a nossa incapacidade de aceitar a situação.

Tomemos por exemplo o quebrar de uma perna. A princípio,além da dor da própria perna vem a vontade de que aquilo não esteja acontecendo, que você não tenha que ficar de molho com a perna enfaixada por um período de tempo, que você possa sair para fazer o que quiser. Esta luta e revolta é inútil, pois em algum momento você terá que Aceitar a situação. Portanto que seja o quanto antes, para que assim perca pouca energia. Num segundo momento onde a dor é ainda muito forte tentamos lutar contra a dor, gritamos, mexemos, culpamos a nós mesmos, os outros e a situação. Queremos que a dor passe. Mas ela não passará tão cedo, primeiro temos que ir ao hospital tirar radiografia engessar o membro e ir para casa medicados e com a ciência de como serão os próximos dia. Se observamos veremos que a dor diminui antes ou logo quando chegamos ao hospital. Isto não porque o tempo diminua a dor por si só, mas porque tivemos tempo de abraçar a dor, de pararde lutar contra ela e deixar ela vir. Permitimos a nósmesmos sentir aquela dor o máximo possível, ela foi mais forte que nós e nos venceu e por isso quando paramos de espernear, gritar, gemer, é porque abraçamos a dor, e então paradoxalmente ela diminui justamente quando nos unimos com ela, quando a abraçamos.

A partir daí só resta umasaída, assumir a responsabilidade pelo ocorrido. Assumir a responsabilidade significa tomar a atitude necessária para resolver o problema. No caso do osso quebrado é ir ao hospital e depois seguir todas as orientações médicas. No caso de algo psicológico significa procurar resolver aquele problema, seja conversando com quem faz parte dele, seja internamente se trabalhando, seja procurando um psicólogo para ajuda pessoal.

O resultado será o amor a si mesmo, o amor ao seu corpo,no caso da perna quebrada. Ou o amor à situação psicológica, à pessoa que partiu. O amor tem como primeiro filho a Gratidão. Ao amarmos verdadeiramente, de modo natural um sentimento de gratidão nasceflui e toma conta de nosso ser.

Apartir de agora quando qualquer coisa que não te agrade aconteça siga esta sequencia de procedimentos:

1. Aceite que aquilo está ocorrendo.

2. Abrace, ou se preferir outra palavra acolha, a situação, torne-se um com ela. Isto não significa concordar com o que está acontecendo, significa apenas acolher o que existe para em seguida tomar o próximo passo.

3. Assuma a responsabilidade sobre a sua parte na questão, assuma uma postura de resolução e não de foco no problema, assuma o que deve ser feito.

Naturalmente, se você seguir estes passos o Amor e o Agradecimento surgirão e você saberá que fez a coisa de maneira certa. O Amor e o agradecimento serão seus índices de checagem. Na ausência deles volte atrás no processo e veja que etapa das 3 acima você pulou.

admin

Abandonado mas não esquecido

Muitos e muitos dias sem colocar nada no blog.

Desde a riação o site www.allanlopes.com.br quase não tenho tido muito tempo para comparilhar coias por aqui.

Prometo que estes dia coloco algo interessante no ar.

Enquanto isso convido a todos a acessarem o site acima e verem osnovos artigos sobre Autoecologia!

Abraços,

Allan

admin

Novo Site

Começando o segundo semestre de 2009 com cara nova. Eis o novo site que está tanto no velho e conhecido www.geobiologia.com.br quanto no novo dominio www.allanlopes.com.br que de agora em diante será o dominio principal.

Está no ar novo Site Casa Saudável
www.allanlopes.com.br

Recém inaugurado pelo geobiólogo Allan Lopes, o site ensina como transformar casas e escritórios em locais de equilíbrio e bem estar. E mais: Geobiologia - Casa Saudável - Geometria Sagrada - geosounds - Sustentabilidade - Lugares de Poder - auto Ecologia - Viagens de autoconhecimento - Cursos Gratuitos e Pagos - Cursos - Presenciais e à Distância - Dicas - Consultorias

Criar e concentrar informações sobre a saúde das habitações e suas conseqüências para o bem estar humano é o que movimenta o site www.allanlopes.com.br, inaugurado pelo geobiólogo Allan Lopes neste mês. “Além de unificar conteúdos que complementam o tema Casa Saudável, o site também trará aprofundamentos e dicas práticas sobre cada assunto”, explica Lopes, também fundador e presidente do Instituto de Geobiologia e Biologia da Construção (IBG).

Com navegação simples, o site está bem organizado por tópicos – Geobiologia, Casa Saudável, Geometria Sagrada, Lugares de Poder, Sustentabilidade, Auto Ecologia etc. - e por serviços, como: Cursos Gratuitos e Pagos, Cursos Presenciais e à Distância, Dicas, Consultorias, Calendário, além de notícias atualizadas e informações sobre trabalhos sócio-ambientais realizados por Allan Lopes.

Para facilitar o acesso dos internautas aos produtos da Casa Saudável e da Geometria Sagrada, o site conta ainda com uma Loja Virtual, em que se poderá comprar, com segurança e rapidez, livros, cd´s e materiais para cura e harmonização de ambientes. “É um site que serve a vários gostos: para quem quiser conhecer mais sobre o tema, receber dicas, se informar sobre os cursos e consultorias dados por mim, adquirir produtos que não são facilmente achados no mercado etc.”, anuncia Lopes.

Sobre a Casa Saudável

A noção de que os espaços interagem com as pessoas e de que esta interação pode ser saudável ou insalubre é o fundamento da Casa Saudável, também conhecida por Geobiologia. Assim, ela pode ser definida como o estudo do impacto das construções sobre a saúde humana e a aplicação desse conhecimento para a construção ou modificação de lares e locais de trabalho, seguindo os princípios da sustentabilidade e da ecologia.

Sobre Allan Lopes, criador do site

Allan Lopes é geobiólogo (ou médico de casas) e presidente do Instituto Brasileiro de Geobiologia (IBG). Atua como consultor de espaços e ministra cursos de capacitação em Geobiologia, Construção Sustentável, Geometria Sagrada, entre outros.

Co-autor do livro Geobiologia - A Arte do Bem Sentir, também organizou os primeiros Congressos Internacionais de Geobiologia, em São Paulo (2006) e Belo Horizonte (2008), respectivamente.

É também criador e coordenador do Programa Estudante Sustentável, que vigora em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), além de professor titular da Associação Nacional de Arquitetura Bioclimática (ANAB). Atualmente trabalha na criação de três novos livros a serem lançados em breve.

ACESSE JÁ: www.allanlopes.com.br

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Autoecologia - Ensaio

Autoecologia – Por Allan Lopes

Autoecologia é cuidar de si para cuidar do mundo. É entender a si mesmo como parte integrante e funcional do Planeta Terra.

A humanidade chegou a este ponto de degradação do planeta porque internamente não mudamos nossa maneira de nos relacionarmos conosco, com o outro e com a natureza. Enquanto éramos poucas tribos e pequenas nações espalhados sobre o mundo este modo de viver não causava um impacto significativo sobre o globo. Mas agora que nos multiplicamos, nossas ações, sentimentos e intenções pouco trabalhadas são a base do atual cenário de devastação mundial.

Somente conseguimos fazer aquilo que somos. Apenas aquilo que vivenciamos internamente é o que conseguimos expressar no exterior.

Por que para nós é tão difícil economizar energia elétrica e aplicar medidas simples como apagar a luz e desligar um equipamento da tomada? Porque em ultima análise estamos acostumados a desperdiçar energia interior, energia vital. Nos preocupamos demais. “Ligamos” um determinado pensamento ou emoção e esquecemos de “desligá-lo” quando encerramos seu uso. Em pouco tempo temos um sistema sobrecarregado, estressado que não possui energia suficiente para lidar com o mundo e com as pessoas a sua volta.

Por que é tão difícil para nós, como indivíduos ou como sociedade, reciclar os resíduos que muitos chamam de lixo? Internamente quase nunca, a não ser em épocas de tensão máxima, ou de grandes mudanças e perdas, reciclamos nossos conceitos, nossas emoções, nossos paradigmas. Eles nos serviram em uma época e por isso assumimos que eles servirão sempre, mesmo tudo em volta sendo diferente. E assim além de nos estagnarmos no tempo, entupimos nosso organismo de lixo - toxinas emocionais que se tornam físicas.

Possuímos uma respiração deficitária e queremos criar casas com mais ventilação ou cobramos do governo um ar menos poluído. Queremos nos iluminar, mas esquecemos da luz interior e ficamos única e exclusivamente nos iluminando com luzes exteriores, idéias de outros, sem permitir que nossa criatividade natural flua através de nosso ser. Massacramos nossa natureza pessoal em prol da estética, da preocupação com o que o outro irá pensar, nos colocamos em extinção para agradar o cônjuge, ou nos manter dentro da ordem social corrente e ao mesmo tempo queremos salvar as baleias, os micos, as árvores.

Autoecologia é preservar a própria natureza. É encontrar, identificar e expressar essa natureza pessoal, única, individual, que a vida nos presenteou. É o retorno ao natural, à essência. Autoecologia é ter a coragem de ser você mesmo, perfeitamente imperfeito, uma unidade funcional dentro de um grande organismo, chamado Gaia.

Ao preservarmos nossa Natureza Pessoal seremos capazes de efetivamente entender que nós e o planeta somos Um e, portanto, práticas sustentáveis serão uma extensão do nosso interior e não apenas uma ação mecânica e socialmente correta.

Autoecologia na prática:

- Comece por reaprender a respirar. Tire 3 minutos por dia para simplesmente observar a sua respiração. Não tente modificá-la, aprofundá-la, melhorá-la. Simplesmente observe sua respiração. Ao abrir espaço para seu corpo, sua natureza retomará a respiração correta ao longo do tempo.

- Economize energia. Os momentos em que mais perdemos energia são nas discussões emocionais. Faça uma lista das situações que te retiram energia. Releia-a várias vezes até ser capaz de lembrar da lista quando a situação acontecer. Neste momento simplesmente abandone a discussão. Acalme-se e deixe para voltar ao assunto quando estiver mais calmo, menos quente.

- Não se importe com a opinião alheia. Por exemplo, ao seguir a sugestão acima e abandonar uma discussão no meio, não se importe com o que irão pensar de você, que você é uma pessoa fraca, incapaz de sustentar um argumento, etc. Estas são questões menos importantes quando se trata de preservar a natureza.

- Recicle idéias e conceitos. Faça uma lista das coisas que você acredita e das coisas que você discorda no mundo. Em seguida repense sobre cada item e veja se realmente devem ser fortalecidos em sua vida ou se devem ir para a reciclagem interior.

- Crie diversidade. A base da ecologia, da sustentabilidade é a diversidade. Encontre novos caminhos para ir ao trabalho, mude a rotina, permita-se modificar padrões. Experimente coisas que você a princípio não gosta. Por exemplo, utilize uma roupa que você jamais usaria, que não combina com seu jeito, que não é a cor que você mais gosta, ou coma um prato que você sempre detestou. Muitas vezes isso servirá apenas para reforçar suas crenças anteriores. Porém em alguns casos você descobrirá coisas novas a respeito de si e se verá aberto a experiências novas. E sua natureza estará mais forte sendo mais diversificada do que uma monocultura de um só tom.

- Use iluminação natural. Você já leu muitos livros e conheceu muitas pessoas. Provavelmente a sua própria profissão está embasada em conhecimentos deixados por outros ao longo do tempo. Você possui mais informação que todos os sábios do passado. Mas está na hora de você usar a luz que vem de dentro. Faça algo que você idealizou. Seja na infância quando sua natureza era mais viva, ou mesmo agora, que você teve uma idéia “maluca”. Execute a sua criação, manifeste a sua luz. Que direito você possui de abafar a Luz da consciência que o universo te presenteou? Escreva aquele livro, rabisque aquela parede, desenhe aquela nave espacial, pendure-se de cabeça para baixo naquela árvore. Deixe fluir. Faça pelo prazer de fazer e não se importe se o livro nunca for publicado, ou a nave nunca for construída. Isto é para os outros, faça primeiro para você.

- Jamais se esqueça do “Poder do UM”. Sim, você faz a diferença.

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Novidades a vista

Tem sempre uma calmaria antes da tempetade. Mas neste caso será uma boa tempestade. Semana que vem aguardem, novidades para todos!!!!

Abraços,

Allan

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Autoecologia

Preservamos a nossa natureza mais próxima, que é a individual?

Reciclamos nossos conceitos, emoções e visões de mundo?

Economizamos nossa energia de vida?

Utilizamos luzes artificiais ou naturais para iluminar nossas vidas?

Somos ou poderemos ser verdadeiramente Auto Sustentáveis?

A Humanidade recebe um chamado para a Preservação do Planeta, a criação de um mundo ecológica e socialmente correto, uma sociedade sustentável. Alguns, com muito esforço conseguem mudar poucos hábitos de vida em relação ao consumo, meio ambiente, alimentação. Mas como efetivamente realizar algo que não vivemos em nosso interior?

Se desejamos contribuir para a preservação da Natureza devemos começar preservando a nossa própria natureza individual. Devemos ser interiormente a mudança que queremos ver no mundo.

Nesta vivência intensa, conduzida por Allan Lopes, empreenderemos uma abordagem ecológica à natureza individual de cada um. Aplicaremos conceitos básicos de sustentabilidade, ecologia e preservação ambiental ao meio ambiente interior. O resultado será um Ser Humano íntegro, pleno de suas capacidades, apto a conviver com os desafios modernos, preservando sua essência, fortalecendo sua qualidade de vida e criando uma felicidade pessoal duradoura ao cumprir seu papel e sua missão sobre a Terra.

Reciclagem Interior: aprendendo a separar e transmutar o lixo emocional e mental.

Conservação de energia: técnicas para identificar as perdas de energia vital e como buscar novas fontes energéticas.

Aquecimento Pessoal: Esfriando a cabeça; esquentando o coração.

Iluminação natural: acender a Luz interior.

Recursos renováveis e não renováveis: virtudes que devemos preservar.

Conservação e reuso de água: emoções puras e conservadas.

Diversidade de espécies: a natureza interior e suas múltiplas nuances. Vivendo com o outro.

Ecologia: inserindo-se harmonicamente no ambiente.

Cura: Vivencias de limpeza, purificação e bênçãos. Contato com a terra, plantas medicinais e os elementos básicos da vida, fogo, vento, água, terra.

Próximo Curso: São Paulo, 24, 25 e 26/07.

Ministrante: Allan Lopes

Local: Guarapiranga

Investimento: R$ 840,00 (em até 3x em juros no cartão, ou em até 10x com juros do seu cartão).

Mais informações: nathália cavanelas ; nathalia@geobiologia.com.br ; (31) 9120-8905.
www.geobiologia.com.br
www.autoecologia.com.br

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Poder Pessoal

Poder Pessoal está diretamente relacionado com o nível de liberdade adquirido pelo ser.

Portanto Liberte-se!

A pergunta que sempre existe é: como?

Como libertar-me? o que fazer?

Na maioria das vezes a resposta mais sensata é o que não fazer. Não seja ridículo, não se enquadre em coisas que você criou ou que outros criaram para você.

Porém entenda que Libertar é um verbo intransitivo. Não necessita complemento.

Se deseja libertar-se, faça-o agora, aqui. Sem demais explicações.

Antigamente eu me irritava comigo mesmo e com as pessoas que criavam desculpas para serem escravas. Depois tive pena, um pésssimo sentimento. Agora talvez eu tenha compaixão, busco ter compaixão, e quero ter compaixão. O Amor, e somente ele, pode libertar.

Estou falando de todos nós, eu você e seu vizinho, que não sabem o que fazer desta vida maravilhosa, deste tempo mágico que nos foi dado.

Criamos situações bizzaras, miseráveis, para nos engaiolarmos e podermos sofrer, pedir misericórdia.

Liberte-se!

A Liberdade é o único empreendimento digno de nossa existência.

E só há um local e um momento para se adquirí-la.

Aqui e agora.

Liberdade de corpo.

Liberdade de alma.

Liberdade de pensamento.

Liberdade de espírito.

Liberdade de ser.

Então livre-se daquilo que impede seu corpo de ser corpo, sua alma de ser alma, seus pensamentos de serem seus, seu espírito de voar livremente e unir-se a tudo aquilo que você sempre pensou que não era você e nada mais é que seu espelho, o Universo.

Você escolhe: ser uma vítima ou ser um guerreiro.

A quantidade de energia tanto para um quanto para outro é a mesma.

Coloco abaixo uma sequencia de exercícios para se atingir um nível de poder pessoal decente. Um exercício por semana. Totalizando 12 semanas, ou 3 meses de programa.

Claro que cada um deve se adaptar da maneira que quiser e puder. Mas atenção, se você decidir seguir, por sua própria conta e risco, as informações abaixo, seja coerente e siga o programa sugerido em sua sequência. Adapte cada exercício se quiser e achar necessário, mas não mude a sequência.

Instrução 1. Ame.

Comece pelo seu corpo. Por uma semana ame o seu corpo.

Não faça nada mais. Não pretenda atingir amor universal ou coisa parecida. Ame apenas o seu corpo. Mas não o mime. Dê boa comida, com amor, dê bom exercício, boa atividade. Trate-o como se fosse um novo bichinho de estimação. Embora leie as demais instruções abaixo, execute apenas uma de cada vez. Comece por esta.

Instrução 2. Ame.

Compreenda, dentro de si, e não intelectualmente, que Amor e Medo não podem conviver no mesmo local.

Medo é o nome que damos para ausência de amor.

Procure, por uma semana, os medos dentro de você, liste-os, e procure ver onde houve falta de amor para que houvesse a presença daquele medo. Ame.

Instrução 3. Palavras de Poder.

Qual o poder de suas palavras? Você as joga fora, como se fossem coisas sem valor, ou tem consciencia do poder que elas possuem?

Por uma semana observe, anote e medite sobre o poder das palavras e as palavras de poder.

Entenda que poder pode ser tanto construtivo quanto destrutivo.

Instrução 4. Perca sua importância.

Nem tudo é com você.

Não leve as coisas de modo pessoal. Mesmo que alguém esteja dizendo algo para você, compreenda que cada um tem seu universo, e que ninguém é o centro de outro universo que não o próprio.

Pratique, por uma semana, ver qualquer evento relacionado a você, desde o trabalho, até encontros casuais na rua, como se fossem com uma terceira pessoa, e não com você. Aja e responda a partir desta perspectiva.

Instrução 5. Não imagine!

Quando estiver dialogando com alguém, durante esta semana, pergunte tudo o que sentir, confirme suas sensações, não imagine isto ou aquilo.

Instrução 6. Conheça a sua Morte.

Nesta semana, reflita sobre o fato incontestável e imutável que você irá morrer um dia. A cada ação que empreender durante o dia pergunte-se:

- É assim que eu gostaria de executar o último ato da minha vida?

ou

- É aqui que eu gostaria de morrer? Fazendo isto e neste lugar?

Caso a resposta, em qualquer circunstância, seja não, reavalie o que você está fazendo da sua vida.

Instrução 7. Assuma a responsabilidade sobre sua vida.

Entenda que, se você encontra o amor da sua vida no metrô, às 07:15 da manhã, a responsabilidade é sua. Idem se você tem o retrovisor do seu carro destruído por outro motorista descuidado. Você escolheu estar naquele lugar e naquela hora, e portanto é responsável por TUDO o que lhe acontecer ali. Páre de reclamar.

Se não conseguir enxergar isso, refaça os exercícios da semana anterior.

Instrução 8. Vá a um lugar de poder.

Imagine um lugar que te trás força. Seja uma paisagem de infância, seja um parque municipal, uma praia, uma floresta, uma boate, ou um banheiro de rodoviária. Não importa.

Nesta semana sua tarefa é ir a este lugar. Aproveitá-lo como quiser. Se for perto de você vá várias vezes. Se for do outro lado do mundo páre tudo e vá até lá. Você vai gostar.

Instrução 9. Recapitule.

Honre o passado. Recapitule as ações tomadas até aqui, em 9 semanas de treinamento.

Aproveite para recapitular outros aspectos da sua vida, e principalmente honre seus antepassados. Visite seus pais, em vida ou seus túmulos. Compreenda que para você existir muitas coisas e pessoas necessitaram existir também. Somente honrando e vendo de forma clara o passado somos capazes de realmente deixá-lo passar.

Instrução 10. Seja Virtuoso.

Pratique, a cada dia da semana uma das seguintes virtudes:

Justiça.

Coragem.

Benevolência.

Educação.

Sinceridade.

Honra.

Lealdade.

Mas importante: Busque no dicionário o significado real destas virtudes, antes de você colocar em prática aquilo o que você, e só você, acha que elas venham a ser.

Instrução 11. Agradeça.

Tudo, todos. Agradeça com profunda reverência. Afinal, você está vivo, respirando, isso é mais do que o bastante.

Instrução 12.
Seja Feliz!

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o Mar

O Mar, grande. O céu Infinito. Eu, não mais que um grão de areia.

Mas mesmo assim sentia o sol e a pele.

A areia branca e a água verde. O vento calmo e a esperança num sorriso.

Eu estava no meio dos Deuses.

Inicialmente sentado, como eu pensava que assim podiam estar as divindades de todos os panteões, fiquei apenas respirando. Sentindo cada parte do meu ventre se inflar e contrair. As ondas do mar também assim o faziam. Não sei se me imitavam ou realmente eu tinha nascido no meio dos deuses e com eles aprendera coisas sagradas, como respirar e amar. Desde que nasci respiro a todo instante, e quando o faço de maneira estúpida me uno às maneiras estúpidas, e me torno estúpido e profano.
Mas nesta manhã eu e o Mar respirávamos juntos num ritual tão soberano e simples, da maneira que os soberanos sabem ser simples.

Pouco a pouco, quanto mais me silenciava no movimento do diafragma, senti o Rei Sol, pai de todos os Deuses, invadir meu corpo sem licença. Em um segundo já não respirava mais, era respirado. Já não tinha mais pensamentos, era pensado. Já não tinha corpo, mas me tomava a carne toda a luz e calor que ainda que infinitas me incluíam em sua vastidão.

Eu era luz.

Eternidade ou segundos se passaram. O Tempo, filho de Chronos e portanto neto do meu Sol e de mim haviam ido por um caminho outro que não aquele beira-mar. Eu, novo sol, renascido das cinzas e das areias de Ipanema no Rio de Janeiro, somente brilhava.

Lembrei que tinha olhos e os abri, suave e levemente, só para fecha-los em seguida. Vi centenas de sóis caminhando pela praia, vestidos em carne, braços, pernas e biquínis. Em suas cabeças coroas de luzes de toda a matéria Universal. Eram Deuses caminhando entre os Deuses.
Só haviam se esquecido disto.

É dado aos deuses o poder do esquecimento? Seria uma maldição do Deus dos Deuses? Ou uma tentativa quase inútil de se cegar sem suicídio para a infinita vida que nos ronda e abraça?
Talvez apenas brincadeira dos Deuses.

Levantei meu vestido de carne, porque agora sei que as divindades de todos os panteões permanecem de pé. Um pé na eternidade e outro em algum lugar qualquer que seja agradável.
Lembrei que respirava. Respirei e levei luz aos órgãos, vice reis que transformam luz e ar em vida. Dei ao Rim, senhor da Serenidade uma luz azul brilhante e ao fígado, General de campo, presenteei-o com suaves verdes molhados trazidos da Amazônia. Em seguida entreguei ao Coração luzes vermelhas e apaixonadas. O Coração é um próprio pedaço do Sol morando na Terra. Para o Baço reservei o amarelo divino e brilhante, e por fim entreguei ao rei da Coragem, Senhor Pulmão, o branco da minha pureza recente. Respirei pelos ossos, como se minhas mãos e pés fossem tubos por onde a Luz e o Ar podem se fazer medula, sangue e estrutura.

Guardei todas as minhas forças no caldeirão de meu umbigo e pedi um mate ao vendedor ambulante que me passava à frente. O Deus encarnado, não sei se consciente ou não, apenas sorriu e me disse que eram Dois Reais.

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Sob o céu das Gerais

Belo Horizonte me parece uma cidade poética.

Em seus nomes comerciais, e na fala do povo sob a Serra do Curral, o vale do Rio das Velhas era algo tão fluido e inocente quanto não o eram suas ruas e avenidas noturnas.
Ainda assim a noite que se fora, e com a ela a lua graceja, havia deixado um descanso sereno no colo de um sol agradável.

Em algum lugar uma praça, de um Papa. Que para mim não tinha nada de Pontífice aquela praça, mas de crianças, namoros, pipocas e árvores.

Andei a esmo, como se deve andar sob os céus das gerais. Observando as árvores procurava uma que me fosse mais simpática, e eu a ela. Procurava um romance arbóreo, logo ali, naquela manhã de domingo. Movido apenas pela simpatia, ou deveria chamar empatia? Encontrei um belo e forte Pau-Ferro. Com seu tronco bem formado, formigas aos montes a subirem sua casca lisa, senti de imediato um relaxamento que ao mesmo tempo tonificava meu corpo.

Permaneci em Silêncio pedindo respeitosamente que aquele ser me acolhesse sob sua copa. Consentido e acolhido me senti forte, era como se meu corpo tivesse, de súbito se transformado num daqueles galhos fortes, e eu fosse parte emergente do tronco férreo.
Quis subir na árvore.

Fui subido.

Algo que vinha da copa me arrancou do chão, e sem saber, sabendo, em segundos era eu nada mais que parte daquela vasta abertura sob as folhas, sobre os galhos, longe do chão, dentro da Terra.
Sem querer, querendo, encontrei um local onde podia descansar sem medo de queda. Medo inútil mas presente.

Ali, acolhido e forte, galho e folha, eu era árvore, silêncio e manhã.

Sem eu sentir, sentindo, o pau ferro me ensinou que sob seus galhos se pode trabalhar a vontade, e a força que move esta vontade. Senti, na altura do meu estomago, uma espécie de mundo inteiro que se condensava e me fazia crer forte, belo, existente. Era uma quase dor, quase explosão que queria ir, mas ficava. Era a vontade de viver e ser vivido. Amar e ser amado. Perceber e ser algo que uma vez percebido se move e atua na existência do mundo.

Me ensinou, meu amigo Pau-Ferro, que sob sua copa aquilo que as mulheres e homens conhecem por depressão não existia, e que ele e seus irmãos de espécie, gostam de curar as pessoas destas moléstias da vontade. Falou por horas e horas de árvore. Que são apenas alguns segundos dos homens, como estes estão doentes em suas vontades. Que a vontade, e sua força, no homem moderno possuem algo de deturpado, de excêntrico, onde o apego ao patógeno é uma forma de expressar o amor, e o medo de não se amar fazia com que as pessoas não quisessem ficar boas, curadas. Os homens tem medo de se curar e não mais amar, mas adoecidos também são impotentes no coração e na vontade, não é isto uma doença, me pergunta o pau ferro. Não respondi, pois o entendia, mas não sabia falar sua língua.

Na verdade nem sabia que os Pau Ferros gostavam tanto assim de falar.

Me contou também que os problemas de joelho na maioria das vezes eram falhas na vontade, e que também eles, os pau-ferro gostavam de curar joelhos. Quis perguntar-lhe como ele, sendo uma árvore entendia de joelhos. Mas me lembrei que ainda não sabia falar aquela língua. Pois era uma língua de poder, de força, de fé e de esperança na vida, da vida e para a vida.

Apenas ouvi, e sorri.

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