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Peru 2008 – a preparação

Uma semana, são os dias que me esperam para conhecer a famosa civilização inca.
Caído no tatami de aikido vendo algumas estrelas que provavelmente nem estão catalogadas e tentando segurar o urro que normalmente sucede às dores intensas, minha mente e meu coração só queriam saber se eu estaria apto a caminhar nas ruínas de pedras precisamente irregulares de Sacksawaman.
Pernas recolhidas, rosto colado no chão e uns 10 pares de olhos aflitos por saber a extensão do dano. Enquanto eu rolava após ter recebido uma técnica do professor meu pé se prendeu na barra de sua calça. Foi-se o corpo, ficou a perna e seu estiramento na parte de trás da coxa.
Depois de alguns segundos que se estendem no tempo como uma eternidade consegui ver que era apenas um estiramento muscular. Forte, porém não o suficiente para me tirar de campo. Bem, me tirou do tatami… Mas depois de um gelo, uma meditação e uma supervisionada do médico colega de dojo, consegui voltar para casa dirigindo. Diganóstico: Peru que se cuide, to chegando!
Aliás já cheguei. Ando sonhando com lugares estranhos ultimamente que tenho a leve impressão que os visitarei num futuro próximo nos arredores de Cuzco. E hoje mesmo quando estava deitado tentando dormir me senti envolto por algo muito suave, e a impressão que tinha era de estar sobrevoando montanhas que acredito serem peruanas. A sensação de conexão e amor envoltas naquelas montanhas é algo indescritível.
No meu pequeno tempo de vida tive a oportunidade de visitar muitos locais de poder. Cada um, como o nome diz, tem sua força, sua marca e sua característica. Mas é possível que naquelas escarpas andinas resida além de sua marca principal, que acredito ser este amor incondicional que sinto todas as vezes que com elas me conecto, haja ainda algo mais amplo para o mundo atual. É bem conhecido a profecia do 13 Dalai Lama que diz que a luz espiritual do Tibete se trasnportaria para a América do Sul. E num diálogo recente com meu irmão InKa, ou Ka para os íntimos, fiquei sabendo que esta energia teria passado em 1968 pelo México e depois teria tido alguns problemas para cruzar o canal do Panamá e que a agora, e isso já é achismo meu, estaria sobre o Peru.

A profecia, que foi escrita antes de 1924, ano do falecimento do dito Lama diz mais ou menos assim: “No Ano do Tigre e da Terra (1950) a religião e a administração secular do Tibete serão atacadas pelas forças da Fênix Vermelha. O 14 Dalai Lama e o Panchen Lama serão vencidos pelos invasores. As terras e as propriedades dos mosteriso lamaístas serão distribuídas. Os nobres e as altas personalidades do estado terão suas terras e seus bens confiscados e serão obrigados a servir às forças invasoras.
Contudo a grande luz espiritual que há séculos brilha sobre o Tibete não se apagará. Ela aumentará, difundir-se-á e resplancederá nas Terras da América do Sul e principalmente nas Terras de O Fu Sang, onde será iniciado um novo ciclo de progresso com a nova sétima raça dourada.”

Se isso tudo é fato ainda não sei, mas que metade da profecia já foi cumprida e que tem algo diferente naqueles lados Incas, isso tem. E é algo muito puro e bom. E quem souber o que quer dizer O Fu Sang favor me dizer. Se for nome de gente favor mandar o endereço para eu ir lá visitar!

E foi inspirado nestas informações e sensações que me atrevi a escrever algo sobre as mesmas um outro dia destes e cometo o vexame de colocar aqui em público. Para aqueles que forem muito críticos saibam que eu tenho um bom coração, gosto de doce de leite e minha mãe diz que sou um cara gente fina.

“Nós nascemos para amar.
Amamos o grito infinito e o choro quando viemos ao mundo amar a vida.
Amamos o riso incontido, encantado, semente e flor do amor por existir.
Amamos existindo, correndo, dormindo, suando, amando.
Não há um átomo sequer de nosso corpo e do ar que o anima que um dia não tenha estado no íntimo de uma estrela.
Nascemos sabendo brilhar!
Somos da idade do universo. Sábios e novos em folha.
E prontos para a amar. Porque o amor é união e estamos sempre unidos…
Seja ao amor de amar, ou de sofrer, de construir ou de morrer.
E mesmo quando morremos amamos da forma mais completa e possível porque nos livramos da mentira individual e nosso corpo é uno com os elementos, nosso espírito vasto na eternidade.
Nós nascemos para amar.
E nascemos todos os dias, amamos todos os dias, vivemos a exata porção daquilo que amamos livre, infinita e ilimitadamente. (14/04/08).”

Bom, e para finalizar o melado, um vídeo para alguma reflexão. dica da Ereni Tinoco, aprovitem:

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